3 erros ao contratar desenvolvimento de software (e como evitar)
Publicado em 8 de junho de 2026 · Leitura de 6 min
Contratar pelo preço mais barato
O que acontece
Você recebe 5 orçamentos. Um está 60% mais barato que os outros. Parece uma barganha.
Não é.
Desenvolvimento de software é como cirurgia: o profissional mais barato geralmente é o que menos experiência tem — ou o que corta etapas essenciais para entregar rápido.
O que você paga "a mais" depois
Refatoração: O código ruim precisa ser reescrito
Bugs recorrentes: O sistema funciona "mais ou menos"
Atrasos: O prazo dupla, triplica, quadruplica
Troca de profissional: Você precisa contratar outro para consertar o que o primeiro fez
Como evitar
Compare propostas, não preços. Uma proposta detalhada mostra que o profissional entendeu seu problema
Exija escopo fechado com prazos e entregas claras
Verifique experiência com o tipo de projeto que você precisa
Peça referências e fale com clientes anteriores
Pular a fase de projeto e arquitetura
O que acontece
"Já sei o que quero, vamos logo codificar."
Todo mundo sabe o que quer. Quase ninguém sabe o que precisa.
Pular o levantamento de requisitos, mapeamento de fluxos e definição de arquitetura é como começar a construir uma casa sem planta. Pode até dar certo. Provavelmente não.
Os sintomas
O sistema fica diferente do que você imaginou
Funcionalidades são adicionadas no improviso durante o desenvolvimento
O custo aumenta enquanto o prazo estica
Ao final, o sistema faz "um pouco" do que você precisava
Como evitar
Não comece sem um documento de requisitos aprovado
Exija uma fase de consultoria e arquitetura antes do desenvolvimento
Valide com protótipos antes de codificar
Defina fases (MVP → v1 → v2) em vez de tentar entregar tudo de uma vez
Não definir contrato, escopo e propriedade do código
O que acontece
"Ah, é só um projeto rápido, não precisa de contrato."
Três meses depois, o profissional entregou algo. Não é o que você precisava. E não há nenhum documento que diga o que foi combinado.
Pior: sem cláusula de propriedade intelectual, o código não é seu. Você pagou, mas o dev pode reutilizar, vender ou simplesmente não entregar os fontes.
Os riscos
Sem escopo definido: o projeto nunca termina (ou termina mal)
Sem propriedade do código: você aluga um sistema que pagou para ter
Sem contrato: não há pena para atrasos ou não-entrega
Sem documentação: ninguém consegue continuar o projeto
Como evitar
Contrato escrito com escopo, prazos e valores definidos
Cláusula de propriedade intelectual — o código é seu
Entrega de código-fonte e documentação ao final
Garantia de funcionamento por período definido
Pagamento por fase, não adiantado
O checklist antes de contratar
Antes de assinar qualquer coisa, confira:
O profissional entendeu meu problema (não só o que eu pedi)?
Existe um documento de escopo aprovado?
A arquitetura foi definida antes do desenvolvimento?
O cronograma é realista (não prometeu em 2 semanas o que leva 2 meses)?
O código será meu ao final do projeto?
Há cláusulas de propriedade no contrato?
O pagamento é por fase/entrega, não adiantado?
Existem referências de trabalhos anteriores?
O profissional tem experiência com o meu tipo de negócio?
Se você respondeu "não" para mais de 2 itens, pare e revise.
A Levsor faz diferente
Na Levsor, cada projeto segue um processo estruturado:
Consultoria
Entendemos seu negócio e mapeamos o problema
Arquitetura
Desenhamos a solução antes de codificar
Desenvolvimento
Com escopo fechado, cronograma e entregas por fase
Entrega
Código-fonte, documentação e propriedade total para você
Sem surpresas. Sem "acho". Sem código refém.
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Contrate com segurança
Na Levsor, cada projeto segue processo estruturado com consultoria, arquitetura, desenvolvimento por fase e propriedade total do código.
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